Now Playing Tracks

Patrícia e Thomas estão andando no parque. Apaixonados, de mãos dadas, praticamente em uma cena de um filme do Woody Allen. De repente começa a chover e eles começam a correr, rindo, para alcançar a marquise mais próxima. De repente, se lembrando dos filmes que já havia visto e livros que havia lido com cenas parecidas com esta, Thomas para. Patrícia estranha e o puxa pela mão. Ele se mantém parado, com um sorriso bobo no rosto e um ar de triunfo. Ele a puxa, a abraça, a beija e começa a rodá-la, como em um clipe musical de comédia romântica. De repente, a trilha sonora para, Patrícia o afasta e procura abrigo em uma marquise próxima. De lá, ela grita para ele:

- Você é idiota? Eu tô com celular, Ipad, Ipod, minha Polaroid nova e dois pendrives na bolsa! Seu animal! E a minha escova progressiva? Eu gastei duzentos reais nessa escova e você fica querendo beijar na chuva que nem um imbecil e me fazer ficar com o cabelo do David Luiz? Besta!

Patrícia vai embora, deixando-o desolado e agora muito molhado Thomas fica sozinho no meio da rua.

Vish hein II. (via supostos)
Eu só queria ser sincero com ela e fui. Perguntei porque me queria tanto se poderia ter o cara que quisesse, afinal ela é linda e boa de mais, por outro lado, eu sou problema, uma bomba relógio que poderia detonar a qualquer momento. Sabe o que ela falou? "Não vou a lugar nenhum, não quero mais ninguém eu escolhi você e se um dia explodir, como tanto gosta de falar, eu vou aos ares contigo, porque é assim que o amor funciona, a gente fica junto. Não importa o que aconteça ficamos ao lado de quem amamos." Ela é louca, teimosa, uma completa insana, mas de algum modo eu a amo e por mais que quisesse protege-la tentando faze-la se afastar eu sabia que a presença dela era o que mantinha a tal bomba desarmada. De qualquer maneira, conhece-la foi a minha sorte grande.
Trecho de nós. (via supostos)
Logo que cheguei em casa meu telefone tocou, o coração palpitou quando vi o nome dela no visor, mas respirei fundo e atendi a chamada. Com a voz chorosa ela perguntou o porquê eu era daquele jeito, recluso, fechado e às vezes até um pouco frio. Fiquei calado enquanto passava um filme na minha mente com a resposta daquela pergunta e meio que gaguejando respondi que não sabia. Sua voz entregava a chateação por mais uma vez não obter as respostas que ela tanto queria, mas eu não podia confessar que no fundo ela estava pagando por erros que não eram dela, que minha indiferença era apenas medo, um medo absurdo de acabar me entregando e no final acabar sozinho. Mesmo sabendo que aquela garota era diferente de todas que já havia conhecido, mesmo com a certeza de que nunca tinha conhecido alguém como ela, mesmo com todas as demonstrações de afeto, amor e companheirismo por parte dela; eu ainda estava inseguro. Era como se eu não fosse eu mesmo, pois aqui dentro algo se apagou e tudo isso não significa que não a ame, pelo contrario, amo muito aquela menina, amo como nunca amei nenhuma outra, eu apenas não sei mais demonstrar isso.
É inverno o ano todo.  (via supostos)
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